Testes e experimentos em animais são realizados sem anestésicos, podendo ou não envolver o ato da vivissecção. São geralmente realizados pela indústria cosmética e area médico - cientifica. Existem diversos estudos e evidências que tais testes são um retrocesso, um atraso na evolução científica, além de um grande desperdício de dinheiro público. De acordo com o pesquisador Dr. Albert Sabin, pesquisas em macacos Rhesus atrasaram em mais de dez anos a descoberta da vacina para a polio. A primeira vacina funcionou bem em animais, mas matou pessoas que receberam a aplicação. As drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado inapropriado. Já existem inumeros metodos substitutivos eficientes e eficazes que podem e já estão sendo usados nessa area, inclusive processos de análise genômica e sistemas biológicos in vitro, culturas de tecidos provenientes de biopsia, cordões umblilicais ou placentas descartadas, que vêm sendo muito bem utilizadas por pesquisadores brasileiros. Vacinas também podem ser fabricadas a partir da cultura de células do próprio homem.

 

Em 2009 o Move Institute desenvolveu sua primeira ação contra os testes em animais durante o SPFW. 

 

Uma das mais significativas iniciativas que realizamos neste tema foi a mesa de reflexão que reuniu os teóricos Arthur Matuck (ECA-USP) e Eugênio Trivinho (PUC-SP) na Livraria da Vila.

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